A jornalista Michelle Barros, 46, abriu o jogo sobre o término com o cantor Shia Phoenix, 35. Durante a 6ª edição do Leilão do Instituto Neymar Jr., que aconteceu nesta segunda-feira (3), no Suhai Music Hall, na zona sul de São Paulo, a ex-Fazenda revelou se existe a possibilidade de retorno.
“Todo término de relacionamento não é legal, a gente sai um pouquinho machucado. Mas eu e o Shia temos um relacionamento muito bacana. E acima de tudo a gente tem respeito um pelo outro. Então, a gente entendeu que neste momento não daria para continuar por causa dos trabalhos dele entre Rio, São Paulo. Isso pesou um pouco”, disse a jornalista.
Michelle Barros ainda explicou que o término não foi por falta de amor: “Não é que acabou o amor, a gente se gosta muito, se respeita muito, se fala. Ele me ensinou muitas coisas e eu tenho certeza que ensinei muitas coisas pra ele. Ele é um rapaz de bom coração, foi um relacionamento muito lindo que eu vivi, então to muito feliz de poder ter conhecido ele e ter como uma pessoa querida com ele ainda”.
Ao abrir o coração, ela também revelou se há chance de reatar o romance. “Eu tenho um carinho enorme por ele e ele por mim também. Então, eu não digo nunca. Nesse momento a gente achou complicado. Mas depois não sei”, admitiu ela.
Os dois estavam juntos desde a participação em “A Fazenda 17”, em 2025. Na época, eles saíram do programa assumidos e ficaram juntos até 27 de julho deste ano, quando anunciaram o fim do relacionamento.
Michelle Barros também falou sobre a proposta do Leilão do Instituto Neymar Jr.. Para ela, é importante que artistas usem seu alcance para fazer a diferença.
“É muito bacana o trabalho que eles fazem usando o reconhecimento e mídia em prol de pessoas que precisam, todos artistas deveriam fazer isso. Se você pode emprestar sua imagem pública para pelo menos falar de algo que seja relevante, se puder angariar fundos, buscar melhorar condições de crianças, de pessoas, isso faz diferença”, afirmou.
A ex-Fazenda também reforçou o quanto iniciativas como essa impactam quem precisa de auxílio e amparo. “Sou natural de Alagoas, já passei dificuldades na vida e a gente precisa sim ajudar mesmo que seja com a menor coisa que for. Faça, porque a gente vive em um país de muita desigualdade social”, completou.
Fonte: CNN Brasil

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